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Distrito de Castelo Branco registou 0% de reacendimentos florestais

29 nov, 2019

O distrito de Castelo Branco registou este ano, 0% de reacendimentos florestais, pelo sexto ano consecutivo.

Este foi um dos números revelados esta semana por Francisco Peraboa, comandante distrital de operações e socorro de Castelo Branco, no balanço do DECIR - Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais.

Castelo Branco foi o único distrito do país que, em 2019, não registou reacendimentos, devido “à boa coordenação, comunicação e trabalho conjunto entre todas as entidades”, explicou o comandante.

A par deste dado, Francisco Peraboa acrescentou que 2019, assim como nos últimos sete anos, foi um ano em que não foram registados falsos alarmes

Francisco Peraboa, comandante distrital de operações e socorro de Castelo Branco, referiu que estiveram a combater as chamas 20.000 operacionais e 5.500 meios terrestres, e acionadas 300 missões com helicóptero e 173 missões com avião.

Das ignições ocorridas este ano, 97% foram resolvidas na fase inicial, e “muito se deve à rápida e pronta intervenção de todos os intervenientes nos incêndios”, explicou o comandante.

Segundo os dados disponibilizados pela Proteção Civil de Castelo Branco houve 456 ocorrências de incêndios florestais, um número abaixo da média distrital da década. Contudo, este ano teve mais área ardida. Em 2019 foram afetados 6.447 hectares, valor muito elevado, face aos 631 hectares de 2018.

Durante a apresentação dos resultados do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais, apesar do elevado número de área ardida, João Lobo, presidente da Comissão Distrital de Proteção Civil de Castelo Branco, revelou que o “expectável era de 14.000 hectares, segundo os indicadores climáticos e estudos”.

Face aos dados apresentados no balanço, o também presidente da Câmara de Proença-a-Nova, afirmou que este é “um resultado muito positivo”.

João Lobo, presidente da Comissão Distrital de Proteção Civil de Castelo Branco, alertou ainda que “os fogos fazem parte do nosso clima e região” e por isso há que “minimizar riscos”, sempre com a preocupação da segurança das pessoas e dos seus bens.

Ricardo Pires Coelho |

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