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Castelo Branco tem biocapacidade 80% superior à média nacional

31 Out, 2018

O concelho de Castelo Branco tem uma biocapacidade 80% superior à média nacional.

Os dados relativos a 2016 foram avançados esta terça-feira, 30 de outubro, em Castelo Branco, aquando da apresentação dos resultados do projeto “Pegada Ecológica dos Municípios Portugueses”.

Castelo Branco faz parte, juntamente com Almada, Bragança, Guimarães, Lagoa e Vila Nova de Gaia, dos seis Municípios pioneiros que integraram o estudo da Associação ZERO, da Universidade de Aveiro e da Global Footprint Network.

Segundo Sara Moreno Pires, investigadora da Universidade de Aveiro, na biocapacidade, “Castelo Branco tem um valor 80% superior à média nacional”, e “a pegada ecológica de Castelo Branco é 2% superior à média nacional”.

Os cálculos são de 2016, o ano mais recente do estudo do projeto “Pegada Ecológica dos Municípios Portugueses”.

A investigadora da Universidade de Aveiro, Sara Moreno Pires, disse ainda que apesar de haver este desequilíbrio entre a pegada ecológica e a biocapacidade, também no concelho de Castelo Branco, a cidade da Beira Baixa é a que tem um “dos desequilíbrios menores das seis cidades analisadas” no projeto.

Sara Moreno Pires disse ainda que Castelo Branco e Bragança são os melhores Municípios em termos de biocapacidade, e explicou que enquanto existem municípios portugueses a necessitar de utilizar 27 vezes os recursos naturais da terra, o Município de Castelo Branco só precisa de usar 1.7 vezes os recursos que estavam disponíveis para 2016.

Ainda relativamente aos dados apresentados pelo projeto “Pegada Ecológica dos Municípios Portugueses”, o presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco, Luís Correia, considera que são “dados muito positivos” para o Município.

O autarca afirmou que estes resultados permitem pensar no estilo de vida e na sustentabilidade global.

Para Luís Correia é importante educar, e fazer um caminho de sensibilização junto das crianças e dos jovens sobre esta matéria, no entanto revela que Município de Castelo Branco tem vindo já a construir um percurso de biocapacidade.

Luís Correia, presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco, sobre a biocapacidade e a pegada ecológica do Município, que esta terça-feira, ficou a conhecer os resultados relativamente a 2016.

Patrícia Pinto |
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