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Para ser uma cidade inclusiva, em Castelo Branco falta “adaptar aquilo que já está feito”

13 Jun, 2018

“Mobilidade e Acessibilidades – O que falta fazer?” foi o nome da sessão pública levada a efeito pelo Bloco de Esquerda de Castelo Branco.

A conferência, que decorreu na Biblioteca Municipal, permitiu debater questões fundamentais ao acesso livre e possível a todos os cidadãos.

Na ocasião, Luís Barroso, do Bloco de Esquerda de Castelo Branco, considerou que as acessibilidades são questões políticas fundamentais, da responsabilidade dos Municípios, e o partido sempre se debateu para que “a cidade seja considerada inclusiva”.

Luís Barroso, do Bloco de Esquerda de Castelo Branco, deixou, na sessão pública a dúvida de que a cidade seja inclusiva.

Na conferência “Mobilidade e Acessibilidades – O que falta fazer?” Jorge Falcato, deputado do Bloco de Esquerda na Assembleia da República, revelou que nesta questão das acessibilidades em Portugal, o que falta fazer é sobretudo “fiscalização, investimento e a falta de verbas para promover a adaptação” daquilo que já está feito.

“Adaptar aquilo que já está feito” foi uma das principais conclusões da sessão promovida pelo Bloco de Esquerda de Castelo Branco.

Segundo Rui Alves, doutorado em Planeamento Regional e Ordenamento, “há novos paradigmas” que terão de ser abordados nas questões da acessibilidade.

Na sessão pública sobre “Mobilidade e Acessibilidades – O que falta fazer?”, participou também Pedro Coelho, do Bloco de Esquerda de Castelo Branco, que considerou que estas são questões fundamentais, e que o intuito de sessões como esta “é alertar os cidadãos e os autarcas, que são aqueles que têm uma responsabilidade política dessa intervenção, localizada nas autarquias, de promover uma melhor mobilidade e melhor acessibilidade para todos, com as consequências que isso tem na qualidade de vida das pessoas”.

Conclusivamente o Bloco de Esquerda de Castelo Branco considera que o que falta fazer, em questões como a mobilidade e as acessibilidades, passa por “adaptar aquilo que já está feito”.

Patrícia Pinto |
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